E mais um encontro em Paranaguá... 06/08/2005

Tradicional pela hospitalidade dos parnanguaras, e pela estrutura do local, amplo e com muita área coberta pra almoçar, pra bater papo e admirar as motociclistas!!

Nos reunimos na também tradicional sede do CLAM, recebendo mais alguns amigos da cidade: Carlão e esposa (GSXF), Pangracio (Shadow), Laertes (TW), e Bilo (Falcon).

 

Cruzamos Curitiba, e paramos no Posto Paris, saída da BR277, pra observar o movimento:

 

Xixo e Clauber sempre críticos da situação atual do motociclismo nacional:

 

Uma BMW K1200S, "zerinho, zerinho", sendo apreciada também pelo Nano:

 

Eu já achei muito feia, pois não é minha:

 

Ahhhh, Sete-Galo!! (CB 750 K5, provavelmente 1977, rara no Brasil):

 

Descendo a serra, mais uma parada no "Salames", uma tenda de venda de cerveja e.... salames. A galera chegando:

 

O Clauber vai seco no cartaz:

 

Nano, Clauber, Evaldo, João, Xixo e Laerte:

 

A galera ao fundo, mais Bilo e Pangracio:

 

Ahh, as motos:

 

Uma Rárlei saindo (acho este modelo muito bonito, clássico):

 

Chegamos em Paranaguá, e estacionamos ao lado de outras Rárleis:

 

Encontramo-nos com o Beto e o Eduardo, que foram de carro (o Eduardo pra levar a esposa, mas o Beto porque a idade está avançando mesmo):

 

Vamos iniciar o desfile das motocas, começando com uma Funduro (Aprília) e uma Big Trail (Tiger, "zerinho, zerinho"):

 

Uma loira (R1?? Que R1??):

 

Outra loira (Srad?? Que Srad???)

 

Uma Tiger modelo antigo:

 

Uma DR amarela (achei bonita):

 

Uma rara, no Brasil, R6:

 

Agora, uma novíssima FZ6 Fazer, uma das 33 unidades importadas pro Brasil. Todos os ângulos, todos os detalhes:

 

O painel, apesar de arrojado, fica meio pendurado sob a bolha, e podemos ver toda a fiação elétrica, o fundo dos faróis, e interior da carenagem. Acho que uma moto de design tão arrojado e belo, deveria ter um acabamento melhor neste ponto:

 

Além de todo o arrojo estético geral, e o esmerado cuidado com os detalhes (quadro e parte traseira, principalmente), dois detalhes técnicos me chamaram a atenção. A haste do câmbio que atravessa o quadro, e o cano de escape que passa por dentro da balança traseira, fazendo com que a mola traseira seja deslocada pra esquerda. Uma solução muito melhor do que na V-Strom, e na XT660, por exemplo, e outras Big Trails, cujo cano de escape passa por fora da balança.

 

Finalmente, uma R1 preta fosca (modelo americano, pois tem refletivos nas bengalas e traseira):

 

E nos despedimos do encontro, deixando o Nano e o Clauber nos representando:

 

Até ano que vem!!!

 

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