Tesãozinho De Moto – 13 Tílias - 12/10/2004 - 2° Parte

Dito e feito: a chuva já começou a noite, e seguiu persistente até meio dia... mesmo com chuva, optamos sair: "Vamos pra Treze Tílias!!"

 

Mas logo após a saída, passando Tangará, a chuva parou:

 

Chegamos em Treze Tílias com o céu abrindo, e o calor aumentando... sintoma de flanelice imbecil, não levamos os bauletos, "pra não sujar", e não tínhamos onde colocar as blusas e capa de chuva... passamos calor....

Aqui na praça principal:

 

Não imaginava que a igreja fosse tão pobre, arquitetonicamente falando... a de Major Gercino (na qual passamos no 4° dia), é bem mais elaborada e bonita:

 

Este dia, 13 de outubro, é o dia do Município, e principal dia da 71° Tirolerfest, que comemora as tradições austríacas dos imigrantes que chegaram ao Brasil lá pelos 1800 e alguma coisa... (achei esse monumento meio "caricato"):

 

E na festa, apesar de bonita e bem organizada, o público não era aquele monte de loiras que eu imaginava... pareciam mais pseudo gaúchos (mate rolando solto em todas as mesas), bem pouco animados com o conjunto de bombachas que tocava altíssimo, impedindo qualquer conversa:

 

Assim, fomos dar uma volta pela cidade, que é bonita, mas nada demais:

 

Em matéria de beleza e clima (aspecto, visual) europeu, não conheço cidade que chegue aos pés de Gramado e Canela...

Começamos o retorno, agora com tempo firme e parando nas paisagens bonitas. O portal da cidade:

 

A estrada está em bom estado, e as paisagens rurais são bonitas, mas tive a mesma impressão da cidade... Treze Tílias é mais marketing (e construções imitação de enxaimel) do que paisagens européias, e o povo não parecia muito amistoso, e olhe que estacionamos as motocas longe, pra ninguém ver que eram pequenas!!

 

Aqui, em Ibicaré, na ponte sobre o Rio do Peixe:

 

Percebemos que um Corsa da polícia militar nos seguia, parou na cabeceira da ponte enquanto eu tirava a foto, só se afastou quando pegamos a estrada de novo...

Mais adiante, a mesma ponte, mas lá embaixo:

 

Agora, paramos em Pinheiro Preto, sempre às margens do Rio do Peixe:

 

E sempre com a linha férrea acompanhando:

 

E chegamos a Videira, antes parando pra abastecer. A média da TDM, neste trecho de 130 km, andando a 70, 80 km/h foi de 33,5 km/l. Todo este trecho da estrada está em bom estado, com poucos pedaços com remendos.

3° Parte - Volta ao índice de Viagens e Passeios